{"id":738,"date":"2025-04-14T13:32:33","date_gmt":"2025-04-14T13:32:33","guid":{"rendered":"https:\/\/agendaculturalbrasilia.art.br\/minhavidatemrodas\/?p=738"},"modified":"2025-04-17T12:19:16","modified_gmt":"2025-04-17T12:19:16","slug":"minha-vida-tem-rodas-meus-sonhos-tem-asas-quebrando-tabus-sobre-a-sexualidade-de-pessoas-com-deficiencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agendaculturalbrasilia.art.br\/minhavidatemrodas\/2025\/04\/14\/minha-vida-tem-rodas-meus-sonhos-tem-asas-quebrando-tabus-sobre-a-sexualidade-de-pessoas-com-deficiencia\/","title":{"rendered":"Livro debate tabus sobre a sexualidade das Pessoas com Defici\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"\">O amor transcende barreiras. O desejo ignora limites f\u00edsicos. Mas, enquanto sociedade, ainda erguemos muros invis\u00edveis que negam a milh\u00f5es de pessoas o direito b\u00e1sico de viver sua sexualidade com liberdade e autonomia. Neste cen\u00e1rio de exclus\u00e3o, vozes emergem para transformar paradigmas. Em 22 de maio, a escritora e artista pl\u00e1stica Eva Leite lan\u00e7a a terceira edi\u00e7\u00e3o de &#8220;Minha Vida Tem Rodas. Meus Sonhos T\u00eam Asas&#8221; &#8211; obra revisada e ampliada, que desafia tabus para promover a visibilidade, o protagonismo e a inclus\u00e3o plena de pessoas com defici\u00eancia. O lan\u00e7amento ser\u00e1 realizado na Casa de Cultura do Varj\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"\">Tetrapl\u00e9gica desde os 20 anos, Eva encontrou na arte uma maneira de transpor os limites f\u00edsicos impostos pelo acidente. Sua jornada liter\u00e1ria come\u00e7ou ainda durante o tratamento na Rede Sarah, quando, com determina\u00e7\u00e3o e criatividade, iniciou o aprendizado das t\u00e9cnicas de digita\u00e7\u00e3o com a boca. A edi\u00e7\u00e3o revisada e ampliada de &#8220;Minha Vida Tem Rodas. Meus Sonhos T\u00eam Asas&#8221; traz para o debate a acessibilidade sexual de cerca de 18,6 milh\u00f5es brasileiros e brasileiras, que ainda enfrentam barreiras \u2013 n\u00e3o apenas f\u00edsicas, mas tamb\u00e9m sociais e emocionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"\">A publica\u00e7\u00e3o conta com recursos do Fundo de Apoio \u00e0 Cultura do Distrito Federal e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e da Agenda Cultural Bras\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"\"><strong>TR\u00caS PERGUNTAS PARA EVA LEITE:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/agendaculturalbrasilia.art.br\/minhavidatemrodas\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_3230-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-37\" srcset=\"https:\/\/agendaculturalbrasilia.art.br\/minhavidatemrodas\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_3230-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agendaculturalbrasilia.art.br\/minhavidatemrodas\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_3230-300x200.jpg 300w, https:\/\/agendaculturalbrasilia.art.br\/minhavidatemrodas\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_3230-768x512.jpg 768w, https:\/\/agendaculturalbrasilia.art.br\/minhavidatemrodas\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/IMG_3230.jpg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"\"><strong><em>Minha Vida tem Rodas, Meus Sonhos t\u00eam Asas foi seu primeiro livro publicado, em 2004. Como sua trajet\u00f3ria pessoal influenciou a escolha do tema acessibilidade sexual da pessoa com defici\u00eancia?<br><\/em><\/strong><br><em>EVA LEITE:<\/em> Quando pensei em escrever o livro, imaginava que contaria minha hist\u00f3ria de supera\u00e7\u00e3o. Eu queria relatar como foi o processo de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 nova realidade de ser uma mulher cadeirante, sem poder mover as pernas ou as m\u00e3os, sem conseguir fazer nada da maneira convencional, como eu fazia antes, andando e cuidando de mim e de outras pessoas, realizando tudo o que precisava e desejava. Eu queria que as pessoas conhecessem toda a minha trajet\u00f3ria desde o meu nascimento, passando pelo acidente, o preconceito e tudo o que estava vivendo.<br><br>Consegui meu primeiro computador com internet em 1998 e comecei a fazer pesquisas, inclusive sobre a sexualidade de pessoas com defici\u00eancia. A maioria das pessoas, que n\u00e3o t\u00eam contato pr\u00f3ximo com pessoas com les\u00e3o medular, acredita que elas n\u00e3o t\u00eam desejos ou afetividade, que n\u00e3o podem namorar, beijar, casar ou at\u00e9 mesmo ir a um motel. Isso n\u00e3o \u00e9 verdade. Meu livro aborda como eu vivia tudo isso.<br><br>Ap\u00f3s meu acidente, tive uma gravidez e uma filha, Isabel, al\u00e9m de ter tido v\u00e1rios relacionamentos e morado com diversas pessoas. \u00c9 necess\u00e1rio ter ousadia e se sentir seguro em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade e aos cuidados do corpo para encarar a realidade do namoro e da sexualidade como algu\u00e9m que j\u00e1 andou. N\u00e3o foi f\u00e1cil, mas tive a maior satisfa\u00e7\u00e3o e alegria de escrever e publicar esse livro, que vendeu rapidamente na primeira edi\u00e7\u00e3o. Depois, consegui uma oportunidade de publica\u00e7\u00e3o com patroc\u00ednio da Secretaria de Cultura do DF, atrav\u00e9s do edital do FAC, e agora estou relan\u00e7ando.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"\"><em><strong>Quais s\u00e3o os principais tabus que voc\u00ea acredita que o livro pode ajudar a desconstruir em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sexualidade de pessoas com defici\u00eancia?<\/strong><\/em><br><br><em>EVA LEITE:<\/em> Durante minha pesquisa sobre acessibilidade sexual das PcD, tamb\u00e9m fui ao Hospital SARAH para conversar com as pessoas, levando um gravador antigo para registrar alguns pacientes contando suas hist\u00f3rias. A maioria estava desanimada e sem coragem para enfrentar essa batalha, que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Muitos s\u00e3o os tabus e preconceitos que envolvem as pessoas com defici\u00eancia. Existem muitos r\u00f3tulos.<br><br>Ao contar minha hist\u00f3ria, acredito que tocar\u00e1 algu\u00e9m que tamb\u00e9m passou por experi\u00eancias semelhantes, que enfrentou dificuldades, ou at\u00e9 mesmo algu\u00e9m que esteja passando por isso agora, por essa mudan\u00e7a t\u00e3o dr\u00e1stica que \u00e9 a les\u00e3o medular. A pessoa pode ficar bastante desanimada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 afetividade, achando que a vida acabou. At\u00e9 que surge algu\u00e9m corajoso que demonstra interesse, e mostra que ela pode ser t\u00e3o desejada, ou a PcD \u00e9 algu\u00e9m ousada.<br><br>Espero que meu livro seja lido e debatido, especialmente, sobre essa situa\u00e7\u00e3o &#8211; os abusos, os preconceitos. Hoje, temos muitos t\u00edtulos que abordam as quest\u00f5es das PcD; na minha \u00e9poca, eu s\u00f3 conhecia um livro, &#8220;O Feliz Ano Velho&#8221;, do Marcelo Rubens Paiva. Hoje, existem muitos sites, blogs. H\u00e1 muitos canais de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis, onde as pessoas podem trocar informa\u00e7\u00f5es e debater. Espero que essa terceira edi\u00e7\u00e3o, que foi revisada e ampliada, possa somar nessa luta para quebrar tabus e preconceitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"\"><strong><em>De que forma voc\u00ea espera que o livro inspire leitores a repensar a inclus\u00e3o e o respeito \u00e0 diversidade de corpos e desejos?<\/em><\/strong><br><br><em>EVA LEITE: <\/em>Ver algu\u00e9m na cadeira de rodas, sem movimentar os bra\u00e7os ou as pernas, \u00e9 comum hoje em dia. Cada vez mais, surgem novas pessoas com les\u00e3o medular, e as causas s\u00e3o diversas. Pode ser um acidente de carro, como no meu caso, um acidente de moto, um tiro, um mergulho malfeito, uma queda, entre muitas outras causas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"\">Em meu livro, falo sobre a quest\u00e3o da supera\u00e7\u00e3o, para que a pessoa continue estudando, trabalhando e fazendo tudo o que sempre fez, e cada um vai descobrindo seus pr\u00f3prios meios e caminhos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"\">Eu espero que o livro fa\u00e7a as pessoas refletirem sobre a inclus\u00e3o e o respeito. Tudo isso est\u00e1 ligado ao respeito, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, e a falta dela causa muitos danos para as pessoas com defici\u00eancia e para aqueles que desejam se envolver. Essa \u00e9 a minha inten\u00e7\u00e3o: inspirar as pessoas a olharem com mais aten\u00e7\u00e3o, a perceberem a pessoa com defici\u00eancia e n\u00e3o apenas focar na defici\u00eancia, mas, sim, no que a pessoa \u00e9 e no que ela faz na vida dela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"\"><strong>SERVI\u00c7O:<\/strong><br>Lan\u00e7amento do livro &#8220;Minha Vida Tem Rodas. Meus Sonhos T\u00eam Asas&#8221; &#8211; 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o<br>Quando: 22\/05. Quinta-feira<br>Onde: Casa de Cultura do Varj\u00e3o &#8211; Quadra 2, Conjunto B, Lotes 1 e 2<br>Quanto: entrada franca<\/p>\n\n\n\n<p class=\"\">Mais informa\u00e7\u00f5es: <a href=\"http:\/\/www.agendaculturalbrasilia.art.br\/minhavidatemrodas\">www.agendaculturalbrasilia.art.br\/minhavidatemrodas<\/a><br>Redes sociais: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/minhavidatemrodas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">@minhavidatemrodas<\/a><br>Informa\u00e7\u00f5es para a imprensa: 61 98343-7369 | B\u00e1rbara de Alencar<\/p>\n\n\n\n<p class=\"\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O amor transcende barreiras. O desejo ignora limites f\u00edsicos. Mas, enquanto sociedade, ainda erguemos muros invis\u00edveis que negam a milh\u00f5es de pessoas o direito b\u00e1sico de viver sua sexualidade com liberdade e autonomia. Neste cen\u00e1rio de exclus\u00e3o, vozes emergem para transformar paradigmas. Em 22 de maio, a escritora e artista pl\u00e1stica Eva Leite lan\u00e7a a terceira edi\u00e7\u00e3o de &#8220;Minha Vida Tem Rodas. Meus Sonhos T\u00eam Asas&#8221; &#8211; obra revisada e ampliada, que desafia tabus para promover a visibilidade, o protagonismo e a inclus\u00e3o plena de pessoas com defici\u00eancia. O lan\u00e7amento ser\u00e1 realizado na Casa de Cultura do Varj\u00e3o. Tetrapl\u00e9gica desde os 20 anos, Eva encontrou na arte uma maneira de transpor os limites f\u00edsicos impostos pelo acidente. Sua jornada liter\u00e1ria come\u00e7ou ainda durante o tratamento na Rede Sarah, quando, com determina\u00e7\u00e3o e criatividade, iniciou o aprendizado das t\u00e9cnicas de digita\u00e7\u00e3o com a boca. A edi\u00e7\u00e3o revisada e ampliada de &#8220;Minha Vida Tem Rodas. Meus Sonhos T\u00eam Asas&#8221; traz para o debate a acessibilidade sexual de cerca de 18,6 milh\u00f5es brasileiros e brasileiras, que ainda enfrentam barreiras \u2013 n\u00e3o apenas f\u00edsicas, mas tamb\u00e9m sociais e emocionais. A publica\u00e7\u00e3o conta com recursos do Fundo de Apoio \u00e0 Cultura do Distrito Federal e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e da Agenda Cultural Bras\u00edlia. TR\u00caS PERGUNTAS PARA EVA LEITE: Minha Vida tem Rodas, Meus Sonhos t\u00eam Asas foi seu primeiro livro publicado, em 2004. Como sua trajet\u00f3ria pessoal influenciou a escolha do tema acessibilidade sexual da pessoa com defici\u00eancia?EVA LEITE: Quando pensei em escrever o livro, imaginava que contaria minha hist\u00f3ria de supera\u00e7\u00e3o. Eu queria relatar como foi o processo de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 nova realidade de ser uma mulher cadeirante, sem poder mover as pernas ou as m\u00e3os, sem conseguir fazer nada da maneira convencional, como eu fazia antes, andando e cuidando de mim e de outras pessoas, realizando tudo o que precisava e desejava. Eu queria que as pessoas conhecessem toda a minha trajet\u00f3ria desde o meu nascimento, passando pelo acidente, o preconceito e tudo o que estava vivendo. Consegui meu primeiro computador com internet em 1998 e comecei a fazer pesquisas, inclusive sobre a sexualidade de pessoas com defici\u00eancia. A maioria das pessoas, que n\u00e3o t\u00eam contato pr\u00f3ximo com pessoas com les\u00e3o medular, acredita que elas n\u00e3o t\u00eam desejos ou afetividade, que n\u00e3o podem namorar, beijar, casar ou at\u00e9 mesmo ir a um motel. Isso n\u00e3o \u00e9 verdade. Meu livro aborda como eu vivia tudo isso. Ap\u00f3s meu acidente, tive uma gravidez e uma filha, Isabel, al\u00e9m de ter tido v\u00e1rios relacionamentos e morado com diversas pessoas. \u00c9 necess\u00e1rio ter ousadia e se sentir seguro em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade e aos cuidados do corpo para encarar a realidade do namoro e da sexualidade como algu\u00e9m que j\u00e1 andou. N\u00e3o foi f\u00e1cil, mas tive a maior satisfa\u00e7\u00e3o e alegria de escrever e publicar esse livro, que vendeu rapidamente na primeira edi\u00e7\u00e3o. Depois, consegui uma oportunidade de publica\u00e7\u00e3o com patroc\u00ednio da Secretaria de Cultura do DF, atrav\u00e9s do edital do FAC, e agora estou relan\u00e7ando. Quais s\u00e3o os principais tabus que voc\u00ea acredita que o livro pode ajudar a desconstruir em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sexualidade de pessoas com defici\u00eancia? EVA LEITE: Durante minha pesquisa sobre acessibilidade sexual das PcD, tamb\u00e9m fui ao Hospital SARAH para conversar com as pessoas, levando um gravador antigo para registrar alguns pacientes contando suas hist\u00f3rias. A maioria estava desanimada e sem coragem para enfrentar essa batalha, que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Muitos s\u00e3o os tabus e preconceitos que envolvem as pessoas com defici\u00eancia. Existem muitos r\u00f3tulos. Ao contar minha hist\u00f3ria, acredito que tocar\u00e1 algu\u00e9m que tamb\u00e9m passou por experi\u00eancias semelhantes, que enfrentou dificuldades, ou at\u00e9 mesmo algu\u00e9m que esteja passando por isso agora, por essa mudan\u00e7a t\u00e3o dr\u00e1stica que \u00e9 a les\u00e3o medular. A pessoa pode ficar bastante desanimada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 afetividade, achando que a vida acabou. At\u00e9 que surge algu\u00e9m corajoso que demonstra interesse, e mostra que ela pode ser t\u00e3o desejada, ou a PcD \u00e9 algu\u00e9m ousada. Espero que meu livro seja lido e debatido, especialmente, sobre essa situa\u00e7\u00e3o &#8211; os abusos, os preconceitos. Hoje, temos muitos t\u00edtulos que abordam as quest\u00f5es das PcD; na minha \u00e9poca, eu s\u00f3 conhecia um livro, &#8220;O Feliz Ano Velho&#8221;, do Marcelo Rubens Paiva. Hoje, existem muitos sites, blogs. H\u00e1 muitos canais de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis, onde as pessoas podem trocar informa\u00e7\u00f5es e debater. Espero que essa terceira edi\u00e7\u00e3o, que foi revisada e ampliada, possa somar nessa luta para quebrar tabus e preconceitos. De que forma voc\u00ea espera que o livro inspire leitores a repensar a inclus\u00e3o e o respeito \u00e0 diversidade de corpos e desejos? EVA LEITE: Ver algu\u00e9m na cadeira de rodas, sem movimentar os bra\u00e7os ou as pernas, \u00e9 comum hoje em dia. Cada vez mais, surgem novas pessoas com les\u00e3o medular, e as causas s\u00e3o diversas. 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